sábado, 3 de março de 2012

A Vida da Gente mesmo!

Foi lindo, mais acabou!
Infelizmente ontem (02) chegou ao fim a novela mais bem escrita que eu já assisti, A VIDA DA GENTE.
 Trama estreante em novelas Lícia Manso, mostrou que a teledramaturgia está precisando (e muito) de novos autores, com novas histórias e outros pontos de vista.
O nome da trama fez jus a uma história sem vilões, com personagens que existem (ou possíveis de existir), com os quais o telespectador se identifica e dialoga. Aliás, o dialogo regeu toda a trama, com um grande diferencial, não eram apenas dois ou mais personagens conversando, eles conversavam com o público, se emocionavam e principalmente nos emocionando.
Nem sei dizer quantas vezes chorei assistindo essa novela, que já está me deixando morrendo de saudades.
Li uma entrevista do diretor Jayme Monjardim na qual ele considerou a cena do acidente que deixou Ana em coma a melhor da novela, mas eu elegeria entre tantas a que Manuela flagrou Ana e Rodrigo aos beijos. Marjorie conseguiu fazer o público sentir toda a dor que Manu estava sentindo naquela hora, foi perfeita.
Por falar em cenas também não posso fazer menção a cena em que Nanda revela a Francisco, sem dialogo, que Lui morreu. A cena em que Nanda depões no julgamento em Lourenço disputava com Jonas a paternidade de Francisco; Quando Ana despertou do coma; quando Lúcio terminou o namoro com Ana (nas duas ocasiões); Sofia vencendo seu primeiro torneio de tênis; O “acerto de contas” entre Manu e Ana, os e-mails de despedida trocados por Ana e Rodrigo no último capítulo...
 E o elenco? Todos impecáveis! Fernanda Vasconcellos chora como ninguém, Rafael Cardoso cresceu e apareceu, Thiago Lacerda (amo!) fez o melhor personagem de sua carreira na TV, Stephany Britto voltou contudo, Ana Beatriz Nogueira outra vez deu show, Maria Eduarda, Victor Navega Mota, Nicete Bruno, Stênio Garcia, Leona Cavalli, Leonardo Medeiros, Gisele Fróes, a mirim e perfeita Jesuela Moro e ela: MARJORIE ESTIANO, esta merece arrastar todos os prêmios de melhor atriz do ano!
No entanto, o grande protagonista da trama não foi nenhum desses personagens, para Jayme Monjardim o protagonista foi o texto, discordo do diretor. O texto foi um baita diferencial sobre qualquer outra trama já exibida na TV, mas o protagonista pra mim foi  o TEMPO!
 O tempo era o tema das fotos da abertura, da trilha sonora, do enredo, a novela falava do tempo que cura, que mostra, que apaga, amadurece, ensina, resolve...
Foi a ele que Iná ergueu um brinde no último capítulo “Quem teve o privilégio de viver muito sabe que o tempo é um mestre muito caprichoso. Às vezes, as suas lições são tão repentinas que quase nos afogam; outras vezes, elas se depositam devagar, como um conta-gotas, diante da avidez das nossas perguntas. E, por isso, quem teve o privilégio de viver muito tempo, como tantos amigos aqui do nosso baile, aprende a olhar com serenidade o turbilhão da vida. Amores ardentes se extiguem, urgências se acalmam, passos ágeis ralentam, enfim… tudo muda. Muda o amor, mudam as pessoas, muda a família. Só o tempo permanece do mesmo modo, sempre passando. E é por isso que eu queria, essa noite, erguer um brinde a ele, que esculpiu no meu rosto e na minha alma, a sua marca, da qual eu tanto me orgulho. Então… ao tempo!”
A Vida da Gente teve uma curiosidade,ao contrário de sua antecessora, Cordel Encantado, não foi um sucesso de ibope, o último capítulo, por exemplo,marcou apenas 24 pontos, no entanto a trama foi um sucesso de público e crítica, até quem não tem o hábito de ver novelas parou para acompanhar os enlaces da história, a explicação para esse contracenso me parece obvia: a sociedade moderna não tem mais tempo de ver TV, especialmente no horário das 18h, certa vez li alguém dizer que só dois tipos de pessoas vem novelas das 18h, os desempregados e as donas de casa enquanto fazem o jantar.
Pois bem, eu, e tenho certeza que o grande público que acompanhou a novela, viu tudo pela internet, porque não estava em casa ou não conseguiam parar para assistir no momento em que a trama ia ao ar (ontem só consegui chegar em casa no momento em que a última cena estava indo ao ar, só pude assistir hoje!), a maior prova disso é que ao contrário do ibope o site da trama bateu recordes e mais recordes de visitas.
A Vida da Gente fez um estrondoso sucesso na nova mídia brasileira, a virtual, nos dias de hoje ibope não serve de parâmetro pra quase nada!
Não pensei que fosse possível alguma novela tirar minha preferência por Cordel Encantado como melhor novela de 2011, mas A Vida da Gente conseguiu e com louvor!
Vou morrer de saudades...não, não vai embora...

Du Moscovis em Louco Por Elas

Du Moscovis após um longo período longe da TV, está de volta em Louco Por elas, ele será o protagonista da trama, Leonardo, personagem sempre rodeado de mulheres, mais conhecido como Léo, é professor de futebol na praia, coisa de homem como ele fala, mas treina um time de… meninas. As mulheres de sua vida são muitas, mas é pela ex-mulher Giovana (Deborah Secco) que o coração de Léo bate mais forte. Giovana e Léo foram casados por muito tempo e juntos têm uma filha, Theodora (Laura Barreto).
Giovana acaba se envolvendo com um homem bem mais velho, Rodolfo (Odilon Wagner). Em contrapartida, Léo se apaixona pela filha desse homem mais velho, Sofia (Rhaissa Batista), sendo que ela é bem mais nova que ele. “Mas mesmo assim ainda nutre um ciúme por Giovana”, conta a diretora da trama, Flávia Lacerda.
A filha mais velha de Giovana, Bárbara (Luisa Arraes), também mora com Léo, na casa da avó dele, Violeta (Glória Menezes), a quem Leonardo considera uma mãe e pede muitos conselhos. Com Bárbara, Leo alimenta uma relação de amor, ódio e sarcasmo.  O paradeiro da mãe de Léo é desconhecido, mas com certeza bastante badalado. É por conta da falta que sente da mãe que Léo quer ser o melhor pai do mundo, e de fato, é. Um pouco atrapalhado, mas é presente, dedicado e carinhoso. Em meio a tantas histórias mal resolvidas, Léo viverá no meio dessas mulheres que tanto lhe seduzem, “Léo é louco de amor pelas mulheres a sua volta, mas também é um pouco enlouquecido no sentido literal da palavra”, acrescenta Flávia Lacerda.

Debora Secco em Louco Por Elas







Depois do sucesso de Nathalie Lamour de Insensato coração, Deborah Secco volta a TV com o visual repaginado em Loucos Por Elas, série de João Falcão que estreia dia 13 de março na Globo, como Giovanna, uma escritora que apesar de abordar temas sobre relacionamentos e família, tudo é só teoria quando se trata de sua vida pessoal. Quando está com a família, Giovana pensa na reunião que tem no outro dia, mas quando se dá conta disso, pensa que não deveria estar pensando na reunião enquanto está com a família. Sempre culpada por não ter mais tempo para as filhas. Também tem uma queda por Léo (Eduardo Moscovis), seu ex-marido com quem tem uma filha, a Theodora (Laura Barreto). Giovana ainda é mãe de Bárbara (Luisa Arraes), cujo pai ela não revela.


Vem aí: Louco Por Elas

No dia 13 de março estreia na Globo Loucos Por Elas, série escrita pelo excelente João Falcao (Clandestinos o Sonho Começou), direção de Flávia Lacerda e Allan Fiterman e direção de núcleo de Guel Arraes, será estrelado por Du Moscovis, Deborah Secco, Glória Menezes, Luisa Arraes, Laura Barreto e outros convidados especiais chegou para inspirar homens e mulheres. O seriado  invade a vida de um homem que convive com 4 mulheres: sua avó, a ex-mulher, a ex-enteada e a filha.


O personagem Leonardo Henrique (Du Moscovis) treina um time de futebol de praia feminino. Separado de Giovana (Deborah Secco), ele mora com a avó Violeta (Glória Menezes) e se envolve com diferentes mulheres que o enlouquecem. Enquanto Giovana dedica a maior parte do tempo ao trabalho, suas filhas, Bárbara (Luisa Arraes) e Theodora (Laura Barreto), sentem a falta da mãe e se envolvem nas trapalhadas de Léo.
O autor João falcão em entrevista a globo.com contou um pouco sobre os personagens e seus conflitos. Como você define a série Louco por Elas?
Em poucas palavras, diria que é uma comédia sobre mulheres, através da ótica masculina.
Qual a principal mensagem a ser passada para o público?
Mais do que passar uma mensagem, a ideia é passar um certo ponto de vista sobre o nosso cotidiano, nossos desejos, alegrias, frustrações. Um ponto de vista carinhoso e bem humorado sobre a condição humana.
Qual foi sua inspiração para a criação do seriado?
A vida ao meu redor. Minha observação sobre as mulheres. Sempre vivi entre mulheres.
O personagem principal, Léo (Eduardo Moscovis), vive cercado por diferentes mulheres. O seriado pretende tratar o relacionamento entre homens e mulheres em todos os âmbitos?
Os âmbitos são infinitos quando se tratam desse assunto. A ideia é tratar de relacionamentos humanos. As mulheres relacionando-se entre elas também é muito rico.
Ao mesmo tempo em que Léo é louco por mulheres de uma forma geral, ele também aparenta uma certa loucura, uma espécie de confusão mental. Por quê?
Acredito de verdade que todo mundo é muito louco. Pelo menos, a ponto de ser retratado como tal, todo mundo é. Acho interessante o espectador reconhecer nos personagens um pouco da sua loucura. E da loucura do próximo.
Os conflitos das mulheres estão sempre retratados em diversas obras, mas pouco se fala dos conflitos dos homens. Existe alguma intenção em mostrar os conflitos masculinos?
Sem dúvida, quando tratamos da relação entre um homem e diversas mulheres estamos tratando dos conflitos masculinos diante da força da mulher.
Se sim, que conflitos seriam esses?
Um homem que ama as mulheres deseja ser amado por elas. E é complicado pois o que uma mulher deseja, raramente é o que parece. Agradar uma mulher não é fácil. Agradar várias mulheres ao mesmo tempo é coisa para Super-Herói.
Léo e Giovana (Deborah Secco) mantêm uma relação bem conturbada, mas é nítido que o sentimento permanece. O que faz com que continuem separados?
Eles são muito diferentes. Apesar de se sentirem atraídos por suas próprias diferenças, a convivência é complicada. Na maioria das questões eles divergem de forma radicalmente opostas.
Existe algum motivo específico para que ele aceite Bárbara (Luisa Arraes) e a crie como sua filha?
Apesar de não serem pai e filha biológicos, Léo e Bárbara são muito parecidos. Os eternos conflitos apenas escondem uma especial identificação que existe entre eles.
Que característica marcante você citaria para cada um dos personagens?
Léo é um homem sem grandes ambições profissionais, o sexo feminino é o seu grande objeto de conquista. Nesse sentido, Giovana é um contraponto, na medida em que é completamente apaixonada pelo trabalho. Violeta (Glória Menezes) é pura diversão. Aos 80, é capaz de qualquer coisa para viver uma aventura, uma experiência nova. Theodora (Laura Barreto) é uma criança assustadoramente adulta e sagaz. Fala o que pensa e adora provocar situações constrangedoras. Bárbara é a típica adolescente em crise de identidade, agravada pelo fato de não conhecer o verdadeiro pai e ser criada pelo ex-padrasto.
Louco Por Elas estreia terça-feira, 13, após o Big Brother Brasil.

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Carmo Dalla Vecchia em Amor Eterno Amor

Após viver o Rei Augusto em "Cordel Encantado", Carmo Dalla Vecchia será um vilão em "Amor Eterno Amor", a próxima novela das seis da Globo.
Na nova novela, Carmo será Fernando,  filho de Dimas (Luis Melo) e Melissa (Cassia Kis Magro), ele é noivo da protagonista Miriam (Letícia Persiles) e, assim como os pais, sonha em ficar com a fortuna da tia Verbena (Ana Lúcia Torre).
 "Acredito que tenha algo encantador no papel. O Fernando não é só um vilão, o amor que ele sente por Miriam é sincero. Todas as maldades que ele cometerá são decorrentes da possessividade que esse sentimento trouxe para a vida dele", justifica.
 Para o papel, ele teve que mudar seu visual, como cortar o cabelo, tirar a barba e colocar um piercing na orelha - totalmente diferente do seu último trabalho na TV.
“Foi ideia minha, mas dói”, confessou ele, acrescentando em seguida: “Não queria que ele ficasse com muita cara de mauricinho. Se pudesse, faria até uma tatuagem. Mas como sou ator, não é bacana”, revelou.
"Amor Eterno Amor" tem em seu elenco nomes como Gabriel Braga Nunes, Andreia Horta, Carol Castro e Cássia Kis Magro. A trama estreia no dia 5 de março.
O ator demonstrou certa preocupação com suas fãs, que não deverão gostar do personagem. “Tenho um fã clube grande de senhoras e acho que elas vão ficar com raiva. Tomara que elas não saiam com sombrinha na rua porque não quero apanhar”.

Gabriel Braga Nunes em Amor Eterno Amor

Depois do estrondoso sucesso de Leo, seu vilão em "Insensato coração", Gabriel Braga Nunes está de volta as novelas vivendo Carlos, o mocinho de "Amor eterno amor", nova novela das seis, que estreia dia 5 de março. 
— Não tenho nada a ver com Carlos. É o personagem mais distante de mim que já fiz na vida — diz Gabriel, que está em seu segundo trabalho consecutivo na Globo depois de cinco anos na Record.
De fato, Carlos e Gabriel não têm nada em comum. Enquanto o primeiro é do dia, o outro gosta da noite. Gabriel é fã de rock, e Carlos está mais para sertanejo. E ficar debaixo do sol, prática comum para o personagem, é um problema para o ator.
— Sou paulista de Higienópolis. Adoro ar-condicionado. Gravar no calor é um sofrimento para mim. E quase não tenho cenas dentro do estúdio. Só faço externas. Outro dia, eu me agarrei à sombra de uma árvore e brinquei: "Ninguém me tira daqui" — lembra.
Gravar com bichos também foi uma dificuldade para Gabriel, assumidamente urbano:
— Carlos tem o dom de acalmar qualquer animal com o olhar, então, gravei com búfalo, cavalo, tigre... Mas o bicho não sabe em que luz tem que parar, em que posição tem que ficar. Tudo é difícil. E não sou um cara que goste de animais domésticos, não. Acho que bicho dentro de casa dá muito trabalho. Mas até que gostei do contato com os selvagens.
Carlos, que desde criança consegue acalmar qualquer animal apenas com a força do seu olhar, é um homem totalmente do bem, porém nem por isso, menos intenso e arrebatador. Assim vai conquistar o coração das mulheres da trama e emocionar o público.
O que tem sido o mais difícil para você nas gravações ?
O calor, com certeza! E este personagem é basicamente de externas, quase não tem gravações em estúdio. E eu, como um bom paulista de Higienópolis (bairro nobre de São Paulo), adoro ar condicionado! Essa é a maior dificuldade, esse calor absurdo do Rio. E não venta, a gente trabalha invariavelmente debaixo de muito calor.
E lá no Pará, como foi?
Fiquei realmente encantado com a região. Foi extremamente difícil me despedir daquele lugar! Eu me senti muito bem gravando lá, na natureza, no rio, no mato... Foi muito legal! O grau de envolvimento com a equipe, com o personagem é incrível. Foi bom ter começado lá, deu outro patamar de envolvimento. Isso sem falar na receptividade das pessoas. Passei três semanas lá e ficaria muito mais!
O Carlos tem um apego extremo com os animais, inclusive selvagens. Rolou medo em algum momento?
Quando aceitei o papel, decidi confiar. Como o personagem tem facilidade no trato com os animais, cheguei sem medo, disposto a me dar bem com eles e não tive muita dificuldade. Claro que, às vezes, não conseguíamos fazer o cavalo parar na hora que o diretor pedia, principalmente porque eu não tenho muita experiência com eles... E olha que nos metemos no meio de uma manada com 600 búfalos! De repente o cavalo pisava na lama, se assustava e começava a pular e aí eu tinha que me equilibrar! Então aconteceu de tomar coice, cair do cavalo, do búfalo, mas não rolou nada grave. Inclusive, alguns acidentes, nós incorporamos à novela por que fazem parte da rotina da fazenda.
 Fez algum tipo de preparação para o papel?
Eu tenho uma característica que é a crença. Eu acredito que novela a gente aprende fazendo, descobre o personagem vivendo... Contracenando com a mulher que você ama, com a sua mãe, com o inimigo, com o cenário, o personagem vai aparecendo ao longo das gravações. As pessoas têm uma tendência a achar que você se prepara em casa, ensaia e, em geral, isso só nos afasta do papel.
O Léo, de Insensato Coração, foi marcante. Como é viver um mocinho em seguida?
Esse contraste foi justamente o que me interessou no convite! Quando o Papinha (Rogério Gomes, diretor da novela) me ligou e apresentou o projeto, fiquei estimulado pela possibilidade de, em tão pouco tempo, fazer personagens tão diferentes. Além disso, o Carlos é um tipo que nunca interpretei em 17 anos de TV. Jamais fiz um peão galopando em uma praia deserta... Então, além de ser diferente do Léo, é diferente de tudo que já fiz.
Como resolveu se tornar ator?
Foi com o teatro. Ao longo dos anos, resolvi fazer televisão e comecei a viver uma história com a telinha. Hoje prefiro fazer novela a teatro e cinema. Isso tem a ver com a vida dinâmica que o folhetim proporciona. Talvez, como um bom aquariano, me incomodava muito com a repetição, com a rotina do teatro e o dinamismo de um texto novo a cada dia foi me contagiando. Já tive experiências tão bonitas fazendo novela, que a televisão virou meu veículo favorito!
Seu contrato com a Globo vai até...
Pela primeira vez, estou com um contrato que não é por obra, mas por tempo (quatro anos) e isso aumenta minha liberdade, meu poder de decisão. Fiquei feliz, me senti respeitado e valorizado. Estou num momento bonito da vida profissional!
Você resolveu aderir à barba ou foi pedido da produção da novela?
Passei um tempo em Nova York ( EUA) e resolvi deixar o cabelo e a barba crescerem. Quando voltei de lá, o pessoal me viu e achou o visual interessante para o personagem e aqui estou. (Risos).

FONTE: Retratos da Vida e M de Mulher

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Crô e Baltazar. A salvação de Fina Estampa

Fiquei cerca de dois meses sem assistir Fina Estampa mas como quem me acompanha no twitter sabe, meu computador deu pau então não me restou outra alternativa senão assistir  muita TV, incluindo a trama das 21h.
Pois bem, após assistir algumas semanas conclui: Crodoaldo (Marcelo Serrado) e Baltazar (Alexandre Nero) são o que tem pra ver na trama. São os únicos que conseguem reter minha atenção e provocar gargalhadas.
Até mesmo Ester (Júlia Lemertz) se envolveu nessa história sem pé nem cabeça envolvendo sua filha perdendo o encanto.
O nucleo da praia desde o início nunca deveria ter existido, Eva Wilma e Renata Sorrah jamais deverião ter aceitado  personagens tão patéticos.
Griselda era bem mais interessante quando era pobre e definitivamente não combina com ninguém na novela.
E o que falar da pobre dagmar que não tem dinheiro sequer pra comprar um chuveiro ? Ou dos sem graça Antenor e Patrícia ? Até mesmo rafa e Maria Amália passaram do ponto.
No entanto não posso deixar de fazer uma mensão honrosa as cenas de Sol do Recanto se bem que elas apenas são realmente boas quando Baltazar está presente...