sábado, 4 de maio de 2013

MINHAS MEXICANAS: RUBI

Minha infância foi regida por Carrossel, na minha adolescência o SBT exibia umas seis novelas mexicanas por dia, minha tia assistia todas e eu assistia junto, na reta final da minha adolescência foi atingida pelo fenômeno “Rebeldes”, moral da história: sou fanática por novela mexicana, por "N" motivos e acho que um dos maiores é que são novelas curtas que duram entre três e quatro meses e não aquelas longas novelas da Globo ou as quase infinitas da Record. 

Por todo o exposto, já faz algum tempo que eu quero criar uma sessão aqui no blog a fim de falar sobre as minhas novelas mexicanas favoritas (que não são poucas) e como ela está de volta na próxima segunda – feira (06) a tela do SBT, resolvi começar falando de “ RUBI”. 

A novela conta a história de Rubi (Barbara Mori), uma garota de família pobre e que está disposta a tudo fim de se tornar uma mulher rica e utiliza sua imensa beleza como principal arma, ela estuda em uma universidade particular graças a uma bolsa de estudos e ao apoio de sua irmã, Cristina (Paty Díaz). Lá, Rubí conhece Maribel (Jacqueline Bracamontes), uma milionária bondosa, que devido a um acidente anda mancando e com muletas, Rubi se torna amiga de Maribel que nem desconfia que Rubi a inveja e debocha muito dela por ela andar de muletas. A tímida Maribel, insegura por causa de seu defeito físico, passa horas em seu computador conversando pela internet com um homem chamado Heitor (Sebástian Rulli). Pouco depois eles ficam noivos, mesmo sem nunca terem se visto. Quando se conhecem de verdade, Heitor não liga para o problema físico de Maribel e a pede em casamento. Maribel aceita, feliz e apaixonada. Heitor apresenta para Rubí seu melhor amigo, um jovem médico ortopedista chamado Alessandro (Eduardo Santamarina). Entre os dois também nasce um profundo amor. Mas ela apesar de amar Alessandro, sente uma atração por Heitor, mas esconde isso por respeito ao marido e a melhor amiga. Rubí fica muito feliz.
Mais tarde, no entanto, Rubi descobre que a família de Alessandro não é rica e que ele a enganou para ficar com ela, E ela rompe o relacionamento. Ela seduz Heitor que tenta resistir e o rouba de Maribel, virando sua amante. Ela faz a cabeça dele de todas as formas e se casa com Heitor, e terá seus sonhos de riqueza realizados. 
E daí pra frente é só infelicidade para todas as vitimas da ambição sem fim de Rubi, inclusive para ela mesma.

O final também foi inovador na época, mas logicamente não vou contar aqui, pois pode haver alguém neste mundo que não assistiu a nenhum das duas vezes que foi reprisada no SBT, ou que simplesmente não se lembre do final.
Quando penso em Rubi imagino quais foram os três principais motivos que me fizeram viciar na trama:

1- Foi a primeira novela que me lembro de ter assistido que a protagonista era uma vilã. É muito comum vermos os vilões “roubarem” a cena, se tornando sucesso de público e de critica, ofuscando o protagonista, mas ele ser a personagem – titulo de uma novela... foi a primeira vez e adorei!

2 – Na sinopse da novela Rubi é descrita como uma mulher de beleza impressionante, mas essa descrição já foi usada para descrever diversos personagens no entanto acho que foi a única vez que vi uma atriz realmente de beleza estonteante, Barbara Mori, que deu vida a Rubi, estava tão bonita nesta novela que assustava!

3 – Sebastian Rulli que vive Heitor o marido apaixonado e corno de Rubi, Sebástian Rulli é simplesmente lindooooooooooooo, até hoje não me conformo com o final do seu personagem, tão apaixonado por Rubi teve na história, esta foi a primeira novela que me lembro de tê-lo visto, no entanto, recentemente lendo sobre ele, descobri que ele participou de “Primeiro Amor a Mil Por Hora”, o que me fez perceber que preciso rever esta novela no Netflix com urgência, já que não me lembro dele de forma alguma, se bem que existe grande possibilidade desta novela ser reprisada em breve pelo SBT, já que Anahí é a protagonista e tudo que envolve os “Rebeldes” faz sucesso na TV.

O folhetim exibido originalmente no Brasil em 2005 teve altos índices de audiência e foi reprisado um ano depois, chegando a registrar uma média de 10 pontos no IBOPE. Rubi tem a difícil tarefa de manter os bons números de A Usurpadora, trama que, mesmo sendo exibida pela quinta vez, conseguiu segurar a vice-liderança vencendo a Record desde o primeiro capítulo.

Aposto que ela vai conseguir, VALE MUITO A PENA VER DE NOVO!

3 comentários:

  1. Eu amooooo Rubi, com certeza está entre as minhas novelas mexicanas favoritas. O que mais me chamou a atenção tb foi a fato da protagonista ser uma vilã (e que vilã!). Ainda pretendo revê-la no Netflix rsrs

    ResponderExcluir